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Você acha seu chefe tóxico? Mais da metade do Brasil também, diz pesquisa

Pesquisa ouviu 278 pessoas de várias cidades do país.

Por EDC Group | Publicado em 02/12/2023
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Um ambiente de trabalho saudável é o mínimo que se espera de qualquer companhia. Colaboradores precisam de espaço, paz e um local frutífero para desempenharem suas funções. No entanto, mais da metade dos brasileiros não vive essa realidade, porque acreditam conviver com um chefe tóxico.

Quem salienta esta informação é uma pesquisa feita pela EDC Group, uma multinacional focada em consultoria e outsourcing de Recursos Humanos. Foram entrevistadas 278 pessoas de cidades de todo o país. Conforme mostrou o levantamento, 57% das pessoas pontuaram ter um relacionamento muito conturbado com seus superiores –  e 45% acreditam serem perseguidos dentro das empresas.

Desse total, 37% acreditam que a relação é “difícil”; 20% deles acreditam que o chefe é tóxico; e só 19% dizem ter um bom relacionamento com os superiores.

O que deixa um chefe tóxico?

Os entrevistados também pontuaram quais atitudes dos seus chefes faz deles tóxicos e difíceis de lidar. Dentre as respostas, sublinharam falta de apoio, dificuldades de gestão, nenhuma abertura para falar sobre problemas de performance, falta de feedback e, claro, cobrança em excesso.

Esta última atitude, inclusive, é que mais apareceu nas entrevistas. 56% das pessoas ouvidas falaram sobre isso, principalmente aquelas com idade entre 25 e 44 anos que estão em posições hierárquicas de assistente ou analista. A pesquisa também mostrou que 28% dos chefes não estão dispostos a ouvir sugestões.

Além disso, pontuou-se que o comportamento tóxico dos chefes tem um impacto direto na saúde mental dos colaboradores. Em contrapartida, quando um superior é fácil de lidar, as pessoas tendem a ficar ali – independente de outros possíveis problemas no ambiente de trabalho.

De acordo com Daniel Campos Neto, CEO e fundador da EDC Group, em entrevista ao Valor Econômico:

“Um gestor mal preparado pode gerar inúmeros prejuízos de produtividade, retenção e crescimento para a empresa. Porém, não podemos deixar de ressaltar os custos imensuráveis causados na saúde mental das equipes lideradas por esses chefes altamente despreparados”.

O que fazer para melhorar o ambiente de trabalho?

De acordo com Daniel, a maioria dos conflitos começa na falta de clareza nas atribuições de cada um. Então, este é o primeiro ponto a ser arrumado. Depois, ele sugere que as empresas mantenham um canal de escuta formal com os funcionários. Todavia, não deve haver qualquer tipo de exposição ou constrangimento com a vítima. 

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Soft Skills que abrem portas: o que recrutadores realmente observam

No meio de tantas mudanças no mercado de trabalho, tem uma coisa que continua valendo muito: saber lidar com pessoas. As chamadas “soft skills” (habilidades comportamentais) são o diferencial entre dois candidatos com currículos parecidos — e, em muitos casos, o que realmente define quem será contratado. 

Recrutadores de diversas empresas têm repetido a mesma necessidade: "Queremos pessoas que saibam conviver, aprender e se comunicar." E isso não aparece no papel — é algo que se revela na atitude do dia a dia. 

Veja algumas das soft skills mais valorizadas atualmente:

  • Comunicação 
    Saber ouvir, se expressar com clareza e adaptar a linguagem para cada situação é essencial em qualquer ambiente.
     
  • Proatividade
     Não esperar ordens para agir, sugerir melhorias e resolver problemas por conta própria faz toda a diferença no time.
     
  • Trabalho em equipe 
    Respeito às diferenças, empatia e colaboração criam ambientes mais saudáveis e produtivos.
     
  • Flexibilidade 
    Pessoas que lidam bem com mudanças e sabem aprender com os erros crescem mais rápido.
     
  • Inteligência emocional 
    Saber controlar emoções, lidar com pressão e manter uma postura profissional mesmo nos dias difíceis é uma habilidade rara — e valiosa.
     

O futuro do trabalho é humano. Invista nas suas soft skills, pratique no dia a dia e, se precisar de ajuda para se preparar, conte com as ferramentas da EDC Group. Os nossos Agentes de IA estão disponíveis para te orientar com currículos e entrevistas

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Agosto chegou: como manter o foco mesmo com o ano acelerando?

Agosto é conhecido como o mês “mais longo do ano” — e para muita gente, também é o mês da estafa. Metas atrasadas, rotina apertada, motivação oscilando... Mas calma! Ainda dá tempo de virar o jogo, recuperar o foco e transformar o final do ano em uma fase de crescimento. 

Manter a motivação em alta exige mais do que força de vontade.  Aqui vão 5 estratégias que funcionam — e que você pode aplicar hoje mesmo: 

Reorganize suas metas 
Talvez seja hora de ajustar expectativas. Reescreva suas metas de forma mais realista e comemore cada pequena conquista.

Alimente sua motivação diariamente 
Busque conteúdos que te inspirem (podcasts, vídeos, artigos), troque ideias com colegas e lembre-se do “porquê” da sua escolha profissional.

Invista em desenvolvimento profissional 
Você pode aprender algo novo com poucos minutos por dia. Cursos gratuitos, leituras, mentorias — tudo conta. E se está buscando recolocação, experimente usar os Agentes de IA grátis para
revisar seu currículo ou se preparar para entrevistas.

Converse com seu líder ou mentor 
Compartilhar suas dificuldades pode trazer soluções. Às vezes, só precisamos de uma escuta ativa para destravar.

Cuide da sua saúde mental
 Foco e produtividade dependem de equilíbrio. Dormir bem, se alimentar melhor e fazer pausas é tão importante quanto bater metas.

Agosto pode ser o recomeço que você precisa. Reorganizar suas metas, reencontrar seu ritmo e contar com ferramentas que te apoiam nesse processo faz toda a diferença.

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