Visão do CEO

Dia Internacional da Mulher: com maior índice de formação e maior capacitação do que os homens, mulheres ainda são minoria na força de trabalho

Por EDC Group | Publicado em 08/03/2023
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O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é uma data importante para refletirmos sobre a participação das mulheres no mercado de trabalho. A força de trabalho feminina promove diversos benefícios para as empresas. Entre eles, destaca-se a melhoria da cultura organizacional, maior habilidade para a resolução de problemas e promove também a representatividade e a inspiração no ambiente corporativo. Apesar do progresso, a disparidade de gênero no mercado de trabalho ainda é significativa.

Não é incomum que as mulheres enfrentem os desafios da desigualdade salarial, e menos acesso a cargos de alta liderança.

Por isso, é importante que as empresas continuem a promover políticas e práticas que incentivem a igualdade de gênero e a participação das mulheres no mercado de trabalho. Para visualizarmos melhor a taxa de participação feminina no mercado, devemos observar a razão entre mulheres economicamente ativas e em idade de trabalhar. Esse é um importante indicador para entendermos parte desses avanços recentes.

Considerando esses indicativos, de acordo com a análise de dados da PNAD de 2021, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de participação feminina passou de 34,8% em 1990 para 54,3% em 2019. A média anual recuou um pouco em 2021, atingindo 51,6%, a pandemia da Covid-19 pode ter sido a principal responsável por esse recuo.

Ainda em 2021, a taxa de participação na força de trabalho para o número total de homens em idade para trabalhar foi de 71,6%, evidenciando que ainda há diferenças substanciais na participação entre homens e mulheres.

Mesmo sendo maioria, 51% da população brasileira, de acordo com os dados da PNAD Contínua, as mulheres representam apenas 41% da força total de trabalho do país. Diante da lógica matemática, é crucial que essas profissionais passem a ter representações mais adequadas em todos os setores da sociedade.

Outro ponto de destaque é que as mulheres têm sido maioria nas universidades em muitos países, incluindo no Brasil. Uma pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que elas têm avançado muito em relação à sua participação em atividades produtivas, acesso a recursos, à educação, à vida pública e à tomada de decisão. De acordo com o levantamento, 21,5% das mulheres possuem graduação completa, enquanto apenas 15,6% dos homens atingiram o mesmo feito. Além disso, elas também são maioria nas universidades, já que 57% dos estudantes de ensino superior são mulheres.

Diante desses dados, podemos concluir o quanto a população feminina evoluiu e está inclusive mais preparada do que os homens para exercerem funções de liderança, por exemplo. Se no início da história do ensino superior, ter uma graduação era algo impossível para uma mulher, hoje, elas são a maioria dos graduados e ocupam mais cadeiras nas universidades.

Em meio aos inúmeros desafios impostos historicamente, as mulheres conseguiram ocupar espaços merecidos de relevância e movimentar o ambiente empresarial positivamente. Ainda existe muito a ser aprimorado e nós, enquanto sociedade, devemos nos movimentar para garantir que essas profissionais tenham a estrutura necessária para trilhar caminhos mais justos. Para além das políticas de flexibilidade no trabalho, auxílio creche e incentivo de participação no mercado, precisamos nos organizar enquanto indivíduos para balancear as tarefas domésticas, a criação dos filhos e demais responsabilidades que por séculos recaem sobre as mulheres.

Afinal, muitas dessas profissionais são frequentemente encarregadas de cuidar da família e dos filhos, com pouco ou nenhum auxílio, o que pode ser difícil de equilibrar com as exigências do trabalho. Cabe também aos gestores e líderes de RH estimularem a promoção, capacitação e crescimento dessas profissionais extremamente capazes. Dessa forma, poderemos ter ainda mais mulheres contribuindo para a construção de uma força de trabalho mais inteligente e preparada.

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Instituir o Feedback: Cultura do Diálogo

Em um cenário corporativo em constante transformação, onde agilidade e adaptação são diferenciais competitivos, o feedback deixou de ser um evento pontual e passou a ser uma necessidade estratégica. Mas o que significa, de fato, transformar o feedback em um hábito? Significa diretamente ir além das avaliações anuais de desempenho e criar um ambiente em que conversas honestas, construtivas e respeitosas fazem parte do dia a dia das equipes. Significa entender que o diálogo contínuo é o alicerce de qualquer cultura organizacional saudável e de alta performance.

Este artigo explora o assunto de como empresas podem e devem estruturar uma cultura de feedback genuína, transformando essa prática em um hábito coletivo e presente na vida dos colaboradores.

Por que o feedback ainda é um tabu?

Apesar de ser amplamente reconhecido como uma ferramenta poderosa de desenvolvimento, o feedback ainda é tratado com resistência em muitas organizações. O medo de julgamentos, a ausência de segurança psicológica e a falta de preparo de líderes e colaboradores para dar e receber retornos construtivos são os principais obstáculos. Muitas empresas relegam essa prática a raras reuniões, perdendo a oportunidade de gerar aprendizado contínuo no cotidiano.

Os pilares de uma cultura de feedback

Para que o feedback se torne um hábito real, é preciso que seja construído sobre bases sólidas:

  • Primeiro pilar: Segurança psicológica, as pessoas precisam sentir que podem se expressar sem medo de retaliação ou julgamento. Líderes têm papel central nessa construção, ao modelar a vulnerabilidade e abertura ao diálogo.
  • Segundo pilar: Frequência e hábitos diários, acontece também em reuniões de equipe. Quando é incorporado à rotina, perde o ‘’peso’’, ganhando de forma notável leveza e naturalidade.
  • Terceiro pilar: Qualidade do feedback, retornos vagos com comentários simples como "bom trabalho" ou "precisa melhorar" não geram um desenvolvimento eficaz. Feedback eficaz é específico, oportuno, focado em comportamentos observáveis e orientado para o futuro. Técnicas como o modelo SBI (Situação, Comportamento, Impacto) ajudam a estruturar conversas mais claras e produtivas.

Do evento ao hábito: uma escolha cultural

Transformar o feedback em um hábito presente não é uma tarefa que se resolve com um treinamento isolado. Essa transformação se deve à uma mudança cultural que exige comprometimento, tempo e, acima de tudo, intencionalidade. Organizações que investem nessa mudança colhem resultados tangíveis: equipes mais engajadas, líderes mais preparados, maior retenção de talentos e uma comunicação interna mais saudável e transparente, que demonstra a intenção genuína de evoluir como equipe e time.

Processos que convidam toda a organização a se engajar em uma cultura de diálogo real. Fazem com que colaboradores se sintam ouvidos e reconhecidos pela empresa, o que os leva a não apenas trabalharem com leveza mas também a crescerem juntos.

Cultura do diálogo aplicada à EDC Group

Na EDC, para a implementação deste tão importante hábito que impacta positivamente uma equipe, é utilizado a ferramenta interna Feedz, onde através da mesma se torna possível o envio e recebimento de feedbacks para qualquer colaborador. A plataforma também permite que os colaboradores acompanhem seu histórico de feedbacks recebidos e enviados, tornando o processo mais transparente, fácil e contínuo. Dessa forma, cada profissional tem em mãos um registro concreto da sua evolução, podendo identificar pontos de melhoria e reconhecer seus avanços ao longo do tempo, reforçando e prezando pela comunicação com o foco no crescimento pessoal e coletivo.

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EDC Insights Presencial: Impactos da Liderança: como os líderes influenciam os resultados da empresa

Você já parou para medir o quanto a postura das suas lideranças impacta diretamente os números do negócio? Em um mercado cada vez mais volátil, o estilo de gestão deixou de ser uma questão comportamental e passou a ser uma variável estratégica. Com esse fator o EDC Insights sai das telas e chega ao mundo presencial. No dia 20 de maio ocorrerá um evento que reúne líderes, empresários e gestores que entendem que excelência operacional começa pelas pessoas que desejam ir além da teoria, compartilhando experiências reais com quem vive os desafios da gestão no dia a dia.

"Empresas não falham por falta de estratégia. Falham por falta de líderes capazes de executá-la com pessoas reais." - Adam Grant

O EDC Insights do mês de maio protagonizará assuntos diversos voltados ao objetivo de refletir os dilemas mais urgentes de quem lidera hoje. Confira os quatro principais eixos da discussão:

  • O Líder e o Lucro
  • Promoção ou Punição?
  • Cultura Viva vs. Manual de Gaveta
  • O Fim do RH Assistencialista
  • ROI da Liderança

Cada tema foi pensado especialmente com o objetivo de conectar gestão de pessoas com performance de negócio, porque não existe resultado sustentável sem uma liderança intencional. O encontro conta com a presença de três especialistas, dos quais possuem trajetórias sólidas no ramo e perspectivas amplamente complementares e essenciais para a discussão do conteúdo sobre liderança e gestão de pessoas:

Daniel M. Campos CEO e Fundador - EDC Group
Daniela Carvalho Gerente de Talent Acquisition - Ball Corporation
Bruna Paleari Gerente de Gente & Gestão - EDC Group

O EDC Insights não é mais um evento de RH. É um espaço para quem toma decisões e quer entender, com profundidade e honestidade, como a liderança define o futuro das organizações. Em um momento em que retenção de talentos, engajamento e produtividade estão no centro das preocupações de qualquer gestor, encontros como este fazem a diferença pelas conexões e reflexões que ficam. Não perca a chance de garantir o ingresso para esse evento exclusivo com vagas limitadas, que garantem um ambiente propício para trocas genuínas e networking de qualidade. Para todos os líderes, empresários e gestores que buscam a excelência operacional, diferenciais e querem conectar gestão de pessoas com resultados reais.

Demais informações:

Dia: 20 de maio (quarta-feira)
Local: Casa Fairbanks, Rua Bela Cintra, 478, São Paulo, SP
Horário: 09:00 - 11:15

Ficou interessado? Garanta seu ingresso e participe conosco!

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EDC Insights Presencial: Impactos da Liderança: como os líderes influenciam os resultados da empresa

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"Empresas não falham por falta de estratégia. Falham por falta de líderes capazes de executá-la com pessoas reais." - Adam Grant

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O Líder e o Lucro
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● ROI da Liderança

Cada tema foi pensado especialmente com o objetivo de conectar gestão de pessoas com performance de negócio, porque não existe resultado sustentável sem uma liderança intencional. O encontro conta com a presença de três especialistas, dos quais possuem trajetórias sólidas no ramo e perspectivas amplamente complementares e essenciais para a discussão do conteúdo sobre liderança e gestão de pessoas:

Daniel M. Campos CEO e Fundador - EDC Group
Daniela Carvalho Gerente de Talent Acquisition - Ball Corporation
Bruna Paleari Gerente de Gente & Gestão - EDC Group

O EDC Insights não é mais um evento de RH. É um espaço para quem toma decisões e quer entender, com profundidade e honestidade, como a liderança define o futuro das organizações. Em um momento em que retenção de talentos, engajamento e produtividade estão no centro das preocupações de qualquer gestor, encontros como este fazem a diferença pelas conexões e reflexões que ficam. Não perca a chance de garantir o ingresso para esse evento exclusivo com vagas limitadas, que garantem um ambiente propício para trocas genuínas e networking de qualidade. Para todos os líderes, empresários e gestores que buscam a excelência operacional, diferenciais e querem conectar gestão de pessoas com resultados reais.

Demais informações:

Dia: 20 de maio (quarta-feira)
Local: Casa Fairbanks, Rua Bela Cintra, 478, São Paulo, SP
Horário: 09:00 - 11:15

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