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EDC Insights - Indústria 5.0: Capital Humano no Centro e os Dilemas da Alta Performance

Quando a tecnologia encontra-se com o senso humano

Por EDC Group | Publicado em 14/10/2026
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A sua empresa investiu em automação, dados e inteligência artificial, mas as pessoas que operam tudo isso estão exaustas? Os indicadores de eficiência melhoram a cada trimestre, mas o time parece cada vez mais cansado, desmotivado ou à beira do afastamento? Se sim, você conhece de perto o custo de tratar pessoas como se fossem máquinas.

Para debater esse dilema, a EDC Group realiza no dia 29 de outubro mais uma edição do EDC Insights, com o tema Indústria 5.0: Capital Humano no Centro e os Dilemas da Alta Performance. O encontro é online, gratuito e voltado a líderes, gestores e profissionais de RH que precisam equilibrar metas ambiciosas e bem-estar das equipes.

Quando a lógica das máquinas chega às pessoas

Por muito tempo, as empresas concentraram seus esforços na chamada Indústria 4.0: eficiência, IoT, inteligência artificial e processos impecáveis. Esse movimento trouxe ganhos reais de produtividade, mas deixou um ponto cego. O modelo de melhoria contínua, desenhado para aperfeiçoar equipamentos e fluxos, passou a ser aplicado também às pessoas, e elas não funcionam assim. Máquinas podem ser otimizadas indefinidamente. Pessoas precisam de limites, pausas e sentido no que fazem.

A Indústria 5.0 não abandona a tecnologia. Ela recoloca o ser humano no centro da estratégia. A ideia é usar a automação para liberar as pessoas de tarefas repetitivas e valorizar o que só elas fazem: julgamento, criatividade, empatia e capacidade de colaborar. Nesse modelo, o capital humano deixa de ser apenas um recurso a ser gerenciado e passa a ser a base que garante a continuidade do negócio.


Com o burnout batendo recordes no Brasil em 2026, a atualização da NR-01 trouxe os riscos psicossociais para o centro da gestão de saúde e segurança do trabalho. Para as empresas, isso significa que cuidar da saúde mental das equipes deixou de ser uma iniciativa opcional de RH e passou a ser questão de conformidade e urgência, sobre a gestão de riscos e de sustentabilidade do negócio. A pergunta que o EDC Insights propõe aos líderes é direta: como sustentar a alta performance sem perder o capital humano?

Sobre os Palestrantes

André Flávio | Convidado Especial
André é um profissional multifacetado com mais de 37 anos de experiência consolidada na Volkswagen do Brasil, onde desempenha atualmente funções de Analista da Qualidade. Além do seu longo percurso corporativo e técnico, que inclui fortes competências em auditoria da qualidade. Pós-graduado em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a sua vasta formação abrange ainda vertentes de Mentoring e Coaching Humanizado, o que lhe permite aliar de forma ímpar a excelência técnica da indústria automóvel a uma visão profunda e empática do desenvolvimento humano.

Daniel M. Campos Neto | Anfitrião
CEO e Fundador da EDC Group, engenheiro pela USP e mestre em Gestão de Recursos Humanos pela FEA-USP. Com mais de 16 anos de experiência no mercado corporativo, lidera discussões estratégicas sobre o futuro do trabalho, RH e transformação organizacional.

Demais informações

Dia: 29 de Outubro (Quinta-feira)
Horário: 19h30
Participação: Gratuito
Ao Vivo para inscritos

Ficou interessado? Garanta seu ingresso e participe conosco!

Esperamos por você!
 

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EDC Insights - Indústria 5.0: Capital Humano no Centro e os Dilemas da Alta Performance

A sua empresa investiu em automação, dados e inteligência artificial, mas as pessoas que operam tudo isso estão exaustas? Os indicadores de eficiência melhoram a cada trimestre, mas o time parece cada vez mais cansado, desmotivado ou à beira do afastamento? Se sim, você conhece de perto o custo de tratar pessoas como se fossem máquinas.

Para debater esse dilema, a EDC Group realiza no dia 29 de outubro mais uma edição do EDC Insights, com o tema Indústria 5.0: Capital Humano no Centro e os Dilemas da Alta Performance. O encontro é online, gratuito e voltado a líderes, gestores e profissionais de RH que precisam equilibrar metas ambiciosas e bem-estar das equipes.

Quando a lógica das máquinas chega às pessoas

Por muito tempo, as empresas concentraram seus esforços na chamada Indústria 4.0: eficiência, IoT, inteligência artificial e processos impecáveis. Esse movimento trouxe ganhos reais de produtividade, mas deixou um ponto cego. O modelo de melhoria contínua, desenhado para aperfeiçoar equipamentos e fluxos, passou a ser aplicado também às pessoas, e elas não funcionam assim. Máquinas podem ser otimizadas indefinidamente. Pessoas precisam de limites, pausas e sentido no que fazem.

A Indústria 5.0 não abandona a tecnologia. Ela recoloca o ser humano no centro da estratégia. A ideia é usar a automação para liberar as pessoas de tarefas repetitivas e valorizar o que só elas fazem: julgamento, criatividade, empatia e capacidade de colaborar. Nesse modelo, o capital humano deixa de ser apenas um recurso a ser gerenciado e passa a ser a base que garante a continuidade do negócio.


Com o burnout batendo recordes no Brasil em 2026, a atualização da NR-01 trouxe os riscos psicossociais para o centro da gestão de saúde e segurança do trabalho. Para as empresas, isso significa que cuidar da saúde mental das equipes deixou de ser uma iniciativa opcional de RH e passou a ser questão de conformidade e urgência, sobre a gestão de riscos e de sustentabilidade do negócio. A pergunta que o EDC Insights propõe aos líderes é direta: como sustentar a alta performance sem perder o capital humano?

Sobre os Palestrantes

André Flávio | Convidado Especial
André é um profissional multifacetado com mais de 37 anos de experiência consolidada na Volkswagen do Brasil, onde desempenha atualmente funções de Analista da Qualidade. Além do seu longo percurso corporativo e técnico, que inclui fortes competências em auditoria da qualidade. Pós-graduado em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a sua vasta formação abrange ainda vertentes de Mentoring e Coaching Humanizado, o que lhe permite aliar de forma ímpar a excelência técnica da indústria automóvel a uma visão profunda e empática do desenvolvimento humano.

Daniel M. Campos Neto | Anfitrião
CEO e Fundador da EDC Group, engenheiro pela USP e mestre em Gestão de Recursos Humanos pela FEA-USP. Com mais de 16 anos de experiência no mercado corporativo, lidera discussões estratégicas sobre o futuro do trabalho, RH e transformação organizacional.

Demais informações

Dia: 29 de Outubro (Quinta-feira)
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O "S" do ESG e a Saúde Feminina

Durante muito tempo, a sigla ESG foi lida quase exclusivamente pelas suas outras lentes como as do "E" e do "G". Metas de emissões, estrutura de conselhos e políticas anticorrupção ocuparam a maior parte das conversas nos comitês. O "S", de Social, costumava aparecer de forma genérica, resumido a voluntariado, doações e campanhas pontuais. Esse cenário está mudando. Clientes e os próprios profissionais passaram a olhar com mais rigor para a forma como as empresas tratam as pessoas que sustentam o negócio todos os dias.

Neste artigo será abordado como o investimento em saúde preventiva feminina se conecta diretamente ao pilar social do ESG, de que maneira ele pode ser traduzido em indicadores mensuráveis e por que esse tema merece ser tratado com a devida atenção.

O que o "S" do ESG realmente mede

Este pilar social avalia a relação da empresa com seus públicos: colaboradores, fornecedores, clientes e comunidades. No que diz respeito à força de trabalho, os temas centrais costumam ser saúde e segurança ocupacional, diversidade e inclusão, equidade salarial, desenvolvimento profissional, clima organizacional e qualidade de vida.

Os principais referenciais de relato adotados no mercado, reservam espaço específico para saúde e segurança do trabalho. No Brasil, o avanço da regulamentação de divulgação de informações de sustentabilidade, alinhada aos padrões internacionais do ISSB, reforça a tendência de que dados sociais deixem de ser meramente narrativos e passem a ser comparáveis, auditáveis e cobrados com a mesma seriedade que os dados financeiros.

Isso significa que a empresa que quer demonstrar maturidade no "S" precisa ir além de declarações de intenção. É necessário apresentar programas estruturados, metas claras e resultados acompanhados ao longo do tempo. E é justamente aí que a saúde preventiva feminina se torna um diferencial concreto.

Por que a saúde feminina é um tema de gestão?

As mulheres têm necessidades de saúde específicas ao longo da vida profissional, desde a saúde ginecológica e reprodutiva até a prevenção de cânceres de maior incidência entre elas, como o de mama e o de colo do útero, passando pela gestação, pelo pós-parto, pela menopausa e pelas condições que afetam a saúde mental. Além disso, muitas colaboradoras acumulam a jornada de trabalho com responsabilidades de cuidado com filhos, familiares e a casa, o que, na prática, costuma deixar o próprio autocuidado em segundo plano.

Situações que acabam resultando em: consultas e exames de rotina adiados, sintomas  ignorados e diagnósticos tardios, quando o tratamento é mais complexo, mais longo e mais caro. Para a colaboradora, isso representa impacto na saúde, na rotina e na carreira. Para a empresa, traduz-se em afastamentos prolongados, queda de produtividade, aumento e perda de profissionais experientes. Quando a gestão assume um papel ativo na prevenção, ela altera essa lógica. Em vez de reagir ao problema depois que ele se instala, cria condições para que o cuidado aconteça previamente, de uma forma acessível e sem que a colaboradora precise escolher entre a própria saúde e o trabalho.

Ações que transformam intenção em prática

Um programa consistente de saúde preventiva feminina não precisa começar de forma grandiosa, mas precisa ser contínuo. Algumas frentes têm se mostrado especialmente relevantes:

  • Calendário de saúde durante todo o ano: campanhas como o Outubro Rosa, dedicado à prevenção do câncer de mama, são importantes, mas perdem força quando concentradas em um único mês. O ideal é distribuir ações ao longo do ano, abordando diferentes temas.
  • Facilitação do acesso a exames: parcerias com clínicas, convênios e ações de saúde no local de trabalho, além de flexibilidade de horário para consultas e exames, reduzem barreiras práticas ao cuidado.
  • Informação de qualidade: palestras, materiais educativos e rodas de conversa conduzidas por profissionais de saúde ajudam a combater tabus e desinformação, inclusive sobre temas como menopausa, endometriose e saúde mental.
  • Apoio à maternidade e ao retorno ao trabalho: políticas claras de acolhimento na gestação, no pós-parto e na amamentação demonstram respeito às fases da vida e contribuem para a permanência das profissionais.
  • Cuidado com a saúde mental: a sobrecarga emocional e a dupla jornada são fatores de adoecimento. Canais de escuta e apoio psicológico completam a visão integral de saúde.
  • Privacidade e confiança: É indispensável garantir sigilo e tratar os dados de saúde em conformidade com a LGPD.

O "S" do ESG é, talvez, o pilar mais humano e, ao mesmo tempo, um dos mais estratégicos.

Investir na saúde preventiva das colaboradoras é reconhecer que o desempenho de uma organização depende diretamente do bem-estar de quem a constrói, e que cuidar das mulheres é cuidar de uma parcela essencial da força de trabalho, da cultura e dos resultados do negócio.

Ao transformar a prevenção em política permanente, a empresa fortalece seus indicadores sociais, reduz riscos, amplia a retenção de talentos e constrói uma reputação sólida perante o mercado e os investidores. Mais do que atender a uma exigência, trata-se de adotar uma visão de longo prazo, na qual saúde, equidade e sustentabilidade caminham juntas. Cuidar da saúde das mulheres é um passo decisivo para construir ambientes de trabalho mais saudáveis, inclusivos e preparados para os desafios do futuro.

A EDC Group assume o compromisso de gerar um impacto positivo e sustentável no mercado. Com esse objetivo a instituição através de processos validados pela certificação ISO 9001, incorporamos diretrizes estratégicas de ESG que priorizam a igualdade de oportunidades, a proteção ao meio ambiente e a governança ética em todas as nossas operações. Conheça detalhadamente as nossas ações e políticas no Portal de ESG da EDC Group.
 

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O que é Literacia de dados no RH? Transforme People Analytics em Ação Estratégica

Toda área de RH hoje coleta dados.Os números estão nas planilhas, nos sistemas e, muitas vezes, em dashboards bonitos. O problema é que ter dados não é o mesmo que usar esses dados. Existe um abismo real entre coletar uma métrica e conseguir interpretá-la de forma a embasar uma decisão de negócio.
Neste artigo será refletido esse abismo que a literacia de dados no RH se propõe a fechar: a capacidade de ler um número, entender o que ele diz sobre a organização e transformar essa leitura em ação estratégica.

O que é literacia de dados no RH

Literacia de dados não significa virar analista ou dominar estatística avançada. Significa desenvolver a capacidade de fazer as perguntas certas diante de um número: por que esse índice subiu? Ele está relacionado a outro fator? O que ele representa para o negócio, e não apenas para o RH. Times de RH com literacia de dados param de tratar métricas como relatórios de prestação de contas e passam a tratá-las como pontos de partida para investigação e até  mudanças necessárias.

Do dado à hipótese: como interpretar métricas

Um número isolado raramente conta a história completa. Um aumento no turnover, por exemplo, pode ter várias origens: liderança, remuneração, carga de trabalho, falta de perspectiva de crescimento. O passo seguinte à coleta é a formulação de hipóteses testáveis. Em vez de apresentar "o turnover subiu 8% no trimestre", a pergunta estratégica é: "essa alta está concentrada em qual área, qual liderança, qual faixa de tempo de casa?" Cruzar turnover com eNPS e absenteísmo, por área e por gestor, costuma revelar padrões que uma métrica sozinha é difícil de ser compreensiva de primeira vista.

Construindo dashboards operacionais que fazem sentido

Um dashboard eficiente não é aquele com mais gráficos ou aparentemente bonito, mas aquele que responde às perguntas corretas com rapidez. Vale seguir três princípios simples: 

  •  Definir poucos indicadores-chave por painel  sempre ligados a uma decisão possível;
  • Segmentar os dados por área, liderança e senioridade, para permitir comparações; 
  • Manter a atualização periódica, para que o painel reflita a realidade operacional, não um retrato antigo. 


Dashboards operacionais bem construídos servem ao gestor de RH no dia a dia, permitindo agir antes que um problema se torne crise.

Apresentando relatórios com impacto no board executivo

O board não quer ver todos os números que o RH acompanha, quer entender o que esses números significam para o negócio. Isso exige tradução: transformar taxa de absenteísmo em impacto sobre produtividade e custo operacional, transformar eNPS em risco de retenção de talentos-chave, transformar turnover em custo de reposição. Relatórios com impacto seguem uma estrutura simples: contexto do problema, dado que sustenta a hipótese, recomendação de ação e resultado esperado. Com menos slides e mais clareza.

Na EDC Group, entendemos que essas práticas deixaram de ser um diferencial e passaram a ser parte essencial da atuação estratégica do RH. Acreditamos que investir em literacia de dados é o caminho para que a área conquiste um lugar mais relevante nas discussões de negócio, com relatórios que geram decisões, não apenas registros. É uma mudança de mentalidade que para qualquer instituição pode fazer toda a diferença.
 

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