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EDC Insights – Setembro: Upskilling e Reskilling como Estratégia de Desenvolvimento e Engajamento

Como desenvolver talentos, engajar colaboradores e preparar empresas para as mudanças impulsionadas pela inteligência artificial

Por EDC Group | Publicado em 31/10/2025
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O EDC Insights de setembro trouxe à tona um tema essencial para o RH moderno: como o upskilling e reskilling podem impulsionar o desenvolvimento de talentos e o engajamento dos colaboradores. O encontro contou com a presença de Daniel M. Campos Neto, CEO da EDC Group, e Sergio Povoa Venerotti Guimaraes, diretor de RH da JAMF, que destacaram a importância de cultivar uma cultura de aprendizado contínuo, sobretudo em um cenário em que a inteligência artificial (IA) transforma a forma como trabalhamos e aprendemos.

Upskilling e Reskilling: Conceitos e Aplicações

Sergio Venerotti explica que o upskilling refere-se à ampliação de habilidades já existentes, essencial para acompanhar novas tecnologias ou mudanças na empresa. Já o reskilling significa adquirir competências totalmente novas, permitindo que os colaboradores se adaptem a funções diferentes diante de um mercado em rápida transformação. Em tempos de IA, essas estratégias deixam de ser opcionais e se tornam um diferencial competitivo para qualquer organização.

A Importância do RH como Facilitador

O papel do RH vai além de organizar treinamentos: ele atua como agente de transformação, ajustando processos, promovendo experimentação e incentivando a troca de conhecimento dentro da empresa. Sergio compartilhou experiências da JAMEF, mostrando que ouvir a base da organização é crucial para criar programas de treinamento efetivos e personalizados, evitando soluções “de prateleira” que não se conectam com a realidade operacional.

Aprendizado Contínuo e Engajamento

Uma cultura de aprendizado contínuo exige humildade e colaboração. Tanto líderes quanto estagiários podem contribuir com ideias valiosas, fortalecendo o conhecimento coletivo. O evento também ressaltou que engajar a liderança é estratégico: sem o apoio de quem toma decisões, iniciativas de treinamento enfrentam maiores obstáculos. Além disso, formatos adaptados, como short learning ou aulas presenciais para operações, garantem que o conhecimento seja aplicado de forma prática e relevante.

Uso Consciente da Inteligência Artificial

Outro ponto destacado foi a necessidade de utilizar a IA de forma consciente. Nem todas as informações geradas pela tecnologia são precisas ou aplicáveis, portanto, a experimentação e o aprendizado conjunto se tornam essenciais para transformar dados em resultados reais de desenvolvimento de competências.

O EDC Insights de setembro reforça que treinamento, upskilling e reskilling não são apenas iniciativas pontuais, mas parte de uma estratégia contínua de crescimento e engajamento. Criar uma cultura de aprendizado, ouvir a base, engajar líderes e utilizar tecnologias de forma consciente são passos fundamentais para preparar as organizações e seus colaboradores para os desafios do presente e do futuro. Com isso, o RH assume um papel protagonista, contribuindo para o sucesso financeiro da empresa e para o bem-estar de seus talentos.

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Adeus, Cargos. Olá, Habilidades! O que é a Skills-Based Organization?

Você já sentiu que a descrição de um cargo não define tudo o que você ou sua equipe entregam? No cenário dinâmico de 2026, o conceito de "cargo" está se tornando rígido demais para a velocidade das mudanças tecnológicas. É aqui que entra a Skills-Based Organization (SBO), ou Organização Baseada em Habilidades. Em vez de encaixar pessoas em caixas pré-definidas (como "Analista de Projetos X"), as empresas estão mapeando as habilidades individuais e as alocando onde elas geram mais valor.

Por que esse tema é o "queridinho" do momento? A Inteligência Artificial e a automação estão mudando as tarefas tão rápido que um título de cargo pode ficar obsoleto em meses. Ao focar em habilidades (como resolução de problemas complexos, fluência em dados ou liderança conectora), a empresa ganha uma agilidade sem precedentes. Segundo estudos recentes, empresas que adotam esse modelo têm 63% mais chances de atingir seus resultados de negócio e retêm talentos por muito mais tempo, pois oferecem jornadas de desenvolvimento personalizadas.

O futuro é ágil e humano A transição para uma organização baseada em habilidades não é apenas uma mudança de processo, é uma mudança de cultura. É reconhecer que o potencial humano é fluido e que, quando conectamos a habilidade certa ao projeto certo, o resultado é extraordinário. Sua empresa está pronta para abandonar os crachás e começar a valorizar o talento real?
 

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EDC Insights — Onde a Tecnologia encontra a Humanidade

No dia 29 de janeiro, demos o pontapé inicial no EDC Insights, o nosso ponto de encontro para discussões estratégicas. O objetivo deste projeto é simples, mas ambicioso: antecipar as dores do mercado e construir soluções que unam eficiência tecnológica e valor humano. Em nossa estreia, com o tema "Os Desafios da Inclusão na Era dos Agentes de IA", contando com a expertise de Maria Cecília Peixoto (mentora de carreira e fundadora da REMAR Mentoria) e do nosso CEO, Daniel Machado Campos Neto.

A IA como "Estagiária": O Risco do Viés Inconsciente Um dos pontos centrais do debate foi a desmistificação da Inteligência Artificial. Diferente do que muitos pensam, a IA não é neutra; ela aprende com bases de dados históricas que muitas vezes já carregam preconceitos. Daniel e Maria Cecília enfatizaram que a IA deve ser tratada como um "novo funcionário" que precisa de supervisão constante. Sem uma curadoria humana atenta, algoritmos de recrutamento podem excluir automaticamente talentos por critérios invisíveis, como idade (profissionais 50+) ou localização geográfica (regiões periféricas), perpetuando a exclusão digital.

Estratégias Práticas para um RH mais Inclusivo Para os líderes que buscam modernizar seus processos sem perder a essência inclusiva, o EDC Insights trouxe caminhos claros:

  1. Intencionalidade "Top Down": A diversidade não acontece por acaso; ela precisa ser uma meta estratégica da alta direção.
  2. Múltiplos Canais de Acesso: Daniel destacou que depender exclusivamente de entrevistas por vídeo com análise de IA pode segregar quem não tem acesso à tecnologia de ponta. Oferecer alternativas, como a submissão de currículos tradicionais, garante equidade.
  3. Educação do Agente de IA: Assim como treinamos pessoas, precisamos "letrar" nossos algoritmos para identificar e neutralizar vieses.

O "Teste do Pescoço" Encerramos o encontro com uma provocação poderosa: olhe ao seu redor agora mesmo. As pessoas que constroem a sua empresa refletem a diversidade do mundo lá fora? Se a resposta for não, é hora de agir. Na EDC Group, acreditamos que a produtividade que a IA nos devolve deve ser reinvestida no potencial humano.

A inclusão não é apenas uma pauta social, é o motor da inovação. Fique atento às nossas redes para os próximos encontros do EDC Insights e venha transformar o futuro com a gente! 
 

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