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As vantagens da terceirização

Descubra quais são as vantagens da terceirização.

Por EDC Group | Publicado em 21/11/2023
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As vantagens da terceirização incluem a redução de custos operacionais, acesso a expertise especializada, maior flexibilidade de recursos humanos, concentração nos principais objetivos de negócios e a possibilidade de focar em áreas estratégicas.

A terceirização é uma prática cada vez mais comum no mundo empresarial. Ela consiste na contratação de uma empresa especializada para realizar atividades para outra empresa. Essas atividades podem ser essenciais ou não ao negócio, o importante é escolher uma empresa especializada que seja hábil na execução das atividades a serem terceirizadas.

Para quem contrata, a terceirização oferece diversas vantagens, como:

  • Foco no core business: Ao terceirizar atividades não essenciais, a empresa pode concentrar seus esforços e recursos naquilo que faz de melhor, aumentando sua produtividade e competitividade.
  • Redução de custos: A terceirização pode gerar economia de custos em diversas áreas, como encargos trabalhistas, treinamento e recrutamento, infraestrutura, entre outros.
  • Flexibilidade: A terceirização permite que a empresa se adapte às mudanças do mercado com mais facilidade, aumentando sua capacidade de resposta.
  • Especialização: As empresas terceirizadas possuem expertise e experiência em determinadas áreas, o que pode garantir um serviço de alta qualidade.

Para quem é funcionário terceirizado, a terceirização também pode trazer vantagens, como:

  • Maior flexibilidade: Os funcionários terceirizados geralmente têm mais flexibilidade de horários e locais de trabalho, o que pode ser uma vantagem para quem busca conciliar a vida profissional com a pessoal.
  • Oportunidades de emprego: A terceirização pode gerar novas oportunidades de emprego, especialmente em períodos de crise econômica.
  • Acesso à tecnologia e recursos: As empresas terceirizadas geralmente oferecem aos seus funcionários acesso a tecnologia e recursos de ponta, o que pode contribuir para o seu desenvolvimento profissional.

A terceirização é uma boa opção para as empresas, contudo sua implantação precisa ser estudada de forma cuidadosa para que os benefícios realmente ocorram.

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Desengajamento no trabalho gera perdas de R$ 2,3 trilhões

A falta de engajamento dos trabalhadores já custa caro às empresas e à economia global. Segundo o relatório State of the Global Workplace, da Gallup, o desinteresse dos funcionários no ambiente de trabalho gerou perdas de US$ 438 bilhões no mundo, o equivalente a cerca de R$ 2,3 trilhões na cotação atual.

No mesmo levantamento, a taxa global de engajamento caiu de 23% para 21%, acendendo um alerta para os impactos sobre produtividade, rotatividade e ausências no trabalho.

Engajamento no mercado de trabalho brasileiro

O relatório People at Work 2025, da ADP Research, destaca o Brasil como o terceiro país do ranking de trabalhadores mais engajados, com uma média de 27%.

A taxa de engajamento é maior entre os homens (32%) do que entre as mulheres (22%), conforme aponta o levantamento.

Apesar de estarem acima da média global indicada pela Gallup, os índices nacionais ainda não representam uma conexão fora da curva com o trabalho no mercado interno.

Esse cenário gera comportamentos que, muitas vezes, são invisíveis para o RH, como o desejo de mudar de empresa, a pesquisa por novas vagas e até a participação em entrevistas, mesmo estando empregado.

A falta de engajamento também está associada a outra conduta que se popularizou graças à internet: o quiet quitting, ou, em português, demissão silenciosa.

Em vez de uma conexão total com o trabalho, os colaboradores passam a fazer apenas o necessário. Os principais motivos são a preservação do bem-estar e da vida pessoal, além da tentativa de evitar o burnout.

Mulheres são as mais sobrecarregadas

Segundo dados do EDC Group para a Forbes, 12% da força de trabalho brasileira adota o quiet quitting, especialmente entre profissionais da Geração Z. A pesquisa também destaca a tendência à sobrecarga no mercado brasileiro, caracterizada por jornadas de trabalho exaustivas, muitas vezes sem remuneração adequada.

Dos 19,51% que afirmaram se sentir angustiados, desmotivados e sobrecarregados em suas posições, o grupo mais impactado é o das mulheres entre 25 e 34 anos.

Esse contexto nacional ilustra o quanto é essencial equilibrar as relações de trabalho e oferecer condições adequadas para que o colaborador se engaje de forma espontânea.

Fatores que contribuem para a falta de engajamento

As causas da falta de engajamento variam de empresa para empresa. Embora muitas organizações resistam a investigar esses fatores, não há outro caminho senão identificar os erros atuais na gestão de pessoas.

Uma pesquisa do Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP) apontou como principais causas de insatisfação no trabalho:

  • salários baixos ou benefícios insuficientes (59,3%);
  • falta de oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional (48,1%);
  • ausência de ações de reconhecimento ou valorização pelo trabalho realizado (48,1%);
  • liderança ou gestão inadequada (44,4%);
  • ambiente de trabalho tóxico/relações difíceis com colegas (14,8%).

    Diante desse cenário, 80% dos entrevistados partem em busca de novas oportunidades no mercado, principalmente os profissionais mais jovens, entre 20 e 30 anos.

Esse movimento soa como um alerta para as empresas, já que o turnover em massa gera um impacto financeiro elevado, além do custo imensurável da perda de talentos estratégicos.

Gestores e profissionais de RH, especialmente, enfrentam um grande desafio: integrar os colaboradores e compreender o que é essencial para cada indivíduo.

Funcionários engajados produzem melhores resultados de negócios e geram um impacto mensurável no desempenho e no clima organizacional, fatores estratégicos para o sucesso de qualquer empresa.

Estratégias para aumentar o engajamento dos funcionários

Reverter um cenário de baixo engajamento exige estratégia e conhecimento sobre os fatores que geram insatisfação. Entre as principais ações, destacam-se:

Oferecer salário emocional

A remuneração financeira justa é indispensável, mas os profissionais também valorizam benefícios intangíveis, como day off, programas de saúde mental, home office e regras de vestuário mais flexíveis.

Além da remuneração, a oferta de benefícios que complementam o pagamento já têm comprovado a maior eficiência das equipes de trabalho. No entanto, é preciso atenção aos procedimentos para a sua implementação. No blog da Ticket, por exemplo, é possível ver as regras para o vale-refeição, um dos preferidos entre os benefícios ao trabalhador.

Treinar e capacitar as lideranças

As habilidades de gestão e o comportamento dos líderes impactam diretamente o bem-estar das equipes. Por isso, é fundamental investir em treinamentos que ajudem os gestores a exercer uma liderança alinhada à cultura organizacional.

Incentivar o bem-estar físico e emocional

A longo prazo, uma cultura de pressão excessiva por resultados compromete a saúde física e mental dos colaboradores. Para equilibrar essas demandas, o RH pode oferecer iniciativas como incentivo à terapia, prática de atividades físicas e pausas adequadas.

Papel dos benefícios corporativos no engajamento e satisfação

O engajamento no trabalho se fortalece quando o colaborador se sente reconhecido e valorizado pela empresa.

Uma das estratégias que contribuem para esse resultado é o investimento em um pacote de benefícios corporativos que atenda às necessidades reais da equipe no dia a dia.

Desde soluções de alimentação até suporte para o trabalho remoto e opções que facilitem a mobilidade, o programa pode englobar diversos tipos de auxílio.

O sucesso dessa estratégia depende da escuta ativa do RH, que, em vez de apresentar um formato pronto, abre espaço para que os colaboradores opinem sobre onde a empresa deve investir.

Essa participação gera um sentimento de inclusão que contribui para aumentar o engajamento e a satisfação dos profissionais, não apenas com o trabalho, mas também com os valores da organização.

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Café com RH de Fevereiro

Nos dias 24 e 25 de fevereiro de 2026, o Café com RH reuniu profissionais, líderes e entusiastas da gestão de pessoas em três instituições de referência: INATEL, SENAC e SESI.
À frente de cada encontro, o palestrante convidado Daniel M. Campos Neto conduziu sessões que marcaram todos os presentes pela profundidade, atualidade e capacidade de gerar reflexão genuína.

No INATEL, no dia 25, Daniel trouxe o tema "IA e Gestão de RH", explorando como a Inteligência Artificial está transformando processos de recrutamento, avaliação de desempenho e engajamento de equipes. A palestra mostrou, de forma prática, como equilibrar a eficiência da tecnologia com o essencial toque humano e saiu de lá com aplausos unânimes.

Já no dia 24, Daniel esteve em dois palcos diferentes. No SENAC, apresentou "SBO - Além dos Cargos", desafiando o público a repensar estruturas hierárquicas tradicionais e descobrir modelos organizacionais mais ágeis, colaborativos e com maior senso de propósito. No SESI, encerrou o dia com "Liderança Conectora e Trabalho Assíncrono", abordando as competências indispensáveis para liderar equipes remotas e híbridas com confiança, comunicação e resultado.

Três dias, três ambientes, três temas diferentes e uma constante: a qualidade e o impacto das falas de Daniel M. Campos Neto, elogiado por todos os participantes em cada um dos eventos.

O Café com RH seguiu cumprindo seu propósito: ser um espaço de troca, aprendizado e conexão. Obrigado a todos que participaram, às instituições que abriram suas portas e, especialmente, ao Daniel pela generosidade e excelência com que compartilhou seu conhecimento. 

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